terça-feira, 13 de setembro de 2016

BLOG DO RUBÃO: APESAR DE NOVA, A CENTRAL DE POLÍCIA ESTÁ EM DECADÊNCIA

Nova Central de Polícia foi inaugurada há pouco mais de um ano (Foto: Othacya Lopes/Jornal da Paraíba)
FOTO OTHACYA LOPES/JORNAL DA PARAÍBA
PREZAD@S, VOU REPRODUZIR A COLUNA DE RUBENS NÓBREGA EM QUE O MESMO REPRODUZ MATÉRIA DA JORNALISTA VALÉRIA SINÉZIO. INTERESSANTE, CADA VEZ MAIS TEMOS PROVA DE QUE A SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA ESTÁ SENDO MAL GERIDA, NÃO SÓ PELA FALTA DE POLÍTICAS PÚBLICAS EFICIENTES (NESSE FINAL DE SEMANA MAIS CAIXAS ELETRÔNICOS NA PARAÍBA FORAM EXPLODIDOS. O VELHO OESTE MADE IN PARAÍBA), MAS TAMBÉM COM O DESRESPEITO AOS PROFISSIONAIS DA ÁREA DE SEGURANÇA. SERÁ QUE VÃO TENTAR CALAR OS JORNALISTAS E BLOGUEIROS DESSE ESTADO POR MOSTRAREM O ESTADO DE INSEGURANÇA EM QUE VIVEMOS? CONFIRAM A MATÉRIA:

"Policiais fazem vaquinha para água, café e até papel higiênico na nova Central de Polícia

Nova Central foi inaugurada há pouco mais de um ano (Foto: Othacya Lopes/Jornal da Paraíba)
Falta papel higiênico, café e até água mineral nas dependências da nova Central de Polícia de João Pessoa, inaugurada em 21 de agosto de 2015, no bairro do Geisel. Os problemas também incluem a falta de pagamento de funcionários terceirizados, que são responsáveis pela limpeza. A saída, segundo informações repassadas por policiais que atuam na unidade, é fazer ‘cotinhas’ para comprar o café, a água, o papel higiênico e, ainda, pagar pela limpeza do prédio.

Com custo total orçado em R$ 19 milhões, a Central de Polícia padece de manutenção estrutural, segundo os próprios servidores que pedem para ficar no anonimato, por questões óbvias. “Faz tempo que nós policiais precisamos fazer cotinha para comprar café e água. Nada disso é novidade por aqui, infelizmente”, declarou. Uma das fotos enviadas a este blog mostra parte de um banheiro da Central interditado, e suportes sem papel para enxugar as mãos.
Sanitário 'preso' na Central
FOTO OTHÁCYA LOPES/JORNAL DA PARAÍBA
Sanitário ‘preso’ na Central
Na propaganda da obra, ano passado, a qualidade de equipamentos e instalações do prédio figurava entre os pontos mais exaltados pelo Governo do Estado, que construiu a nova Central de Polícia através do empresário Roberto Santiago, dono do Manaíra Shopping. A construção fez parte do ‘troco’ devido ao Estado em razão da permuta do terreno do Geisel onde foi construída a Central por uma área bem maior e mais valorizada onde funcionava a antiga Academia de Polícia, em Mangabeira. Lá, o empreendedor construiu um novo shopping.
O prédio tem seis blocos ocupados pela 1ª Superintendência de Polícia Civil, delegacias seccionais e 13 especializadas: Homicídios, Repressão a Entorpecentes, Crimes contra o Patrimônio, Infância e Juventude, Repressão a Crimes contra a Infância e Juventude, Crimes contra o Meio Ambiente, Repressão a Crimes Homofóbicos, Atendimento ao Idoso, Defraudações e Falsificações, Ordem Econômica, Ordem Tributária, Roubos e Furtos de Veículos e Cargas e Atendimento à Mulher.
A nova Central de Polícia de João Pessoa começou a funcionar no dia 1º de setembro do ano passado, com registro de boletins de ocorrência 24 horas e uma Central de Flagrantes.
A reportagem entrou em contato com a Secretaria de Estado de Defesa Social. Contato feito com a Assessoria de Imprensa do órgão. O blog ainda aguarda posicionamento oficial do órgão sobre os problemas da Central de Polícia da Capital, prometido para a sexta-feira (9).
(Valéria Sinésio)"

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

REPRODUZINDO COLUNA DE HELDER: DRA. LÚCIA RAMALHO, MEUS PARABÉNS

juiza-lucia-ramalho-celeridade-processual-set2016
Foto que tomei emprestada da coluna de Hélder, acredito que seja do arquivo do TJPB

Prezad@s, reproduzo aqui a coluna de hoje de Hélder Moura em que fala do desempenho e eficiência de uma das magistradas perseguidas pelo governo do Estado. Parabéns a todas as pessoas, independente de cargos ou posição social que lutam corajosamente contra quaisquer tipos de perseguições. Parabéns, Dra. Lúcia Ramalho.

Laura Berquó

 

"Juíza perseguida pelo Governo tem desempenho destacado pelo TJ por seu trabalho na “celeridade processual”

RECLAMAÇÃO DA AGEPEN-PB E FALTA DE RETORNO DA SECRETARIA ESTADUAL DE ADMINISTRAÇÃO

"LIBERAÇÃO DO CÓDIGO PARA DESCONTO EM FOLHA E A ATITUDE NÃO REPUBLICANA DO GOVERNO DO ESTADO DA PARAÍBA
Pois é amigos, temos um ofício protocolado há mais de seis meses cobrando o nosso código e nem se quer fomos respondidos pela Secretária da Administração Livânia Farias.
Tal código é previsto na legislação estadual para as entidades de classe, no entanto, temos um prejuízo mensal de 10% de nossa arrecadação com encargos bancários, geração de boletos e carnês, maneira encontrada para os associados pagarem as mensalidades, gerando um transtorno enorme.
O Governo do Estado nos obrigou a propor uma ação na justiça paraibana, a foto que segue abaixo corresponde a custas processuais que teremos que pagar, no valor de 632 R$, teremos que pagar outras no decorrer da ação, nós que já temos nossos direitos negados como categoria, usaremos do patrimônio suado dos nossos sócios para requerer um direito, repudiamos aqueles que usam a administração pública como instrumento de rancor e perseguição."

AGEPEN-PB

PROMOTOR NO RS REVITIMIZA MENOR VÍITIMA DE ESTUPRO





PREZAD@S, ESTOU REPRODUZINDO A NOTÍCIA QUE CIRCULOU NO PAÍS A RESPEITO DO PARECER DE UM MEMBRO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL EM QUE ELE FAZ COLOCAÇÕES PEJORATIVAS E CULPA A MENOR VÍTIMA DE ESTUPRO PELA VIOLÊNCIA SOFRIDA. PRECISAMOS DENUNCIAR E REPICAR ESSA CULTURA DA VIOLÊNCIA E DA MISOGINIA QUE TEM TIRADO A ALEGRIA DE VIVER DE NOSSAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES E QUE REFORÇA AINDA MAIS O ABISMO NAS RELAÇÕES ENTRE OS GÊNEROS. MATÉRIA DA JORNALISTA ADRIANA IRION:



"Declarações de promotor contra vítima de abuso sexual chocam desembargadores no Rio Grande do Sul



A 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça pediu investigação da atuação de membro do Ministério Público que humilhou adolescente em audiência



Por: Adriana Irion



08/09/2016 - 13h16min | Atualizada em 08/09/2016 - 21h34min










"Pra abrir as pernas e dá o rabo pra um cara tu tem maturidade, tu é autossuficiente, e pra assumir uma criança tu não tem? Tu é uma pessoa de sorte, porque tu é menor de 18, se tu fosse maior de 18 eu ia pedir a tua preventiva agora, pra tu ir lá na Fase, pra te estuprarem lá e fazer tudo o que fazem com um menor de idade lá."



A fala acima, captada durante uma audiência judicial, é do promotor de Justiça Theodoro Alexandre da Silva Silveira e foi dirigida a uma vítima de abusos sexuais praticados pelo próprio pai durante mais de um ano. A vítima, à época dos abusos, era menor de 14 anos.



A audiência ocorreu durante a instrução do processo que tramitava contra o pai da adolescente, acusado de abusar da menina e de engravidá-la. Quando a gravidez foi descoberta e o caso passou a ser apurado, a vítima contou a autoridades detalhes da violência sexual que sofria do pai e afirmou que a gravidez era decorrente dessas relações forçadas.



Ela então obteve autorização judicial para fazer um aborto. Depois disso, quando ouvida novamente na Justiça, negou o abuso por parte do pai (supostamente pressionada pela família). Foi isso que causou a irritação do promotor na audiência, ocorrida em 2014.



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A adolescente estava sendo ouvida como vítima. O processo contra o pai seguiu tramitando e ele foi condenado pela Justiça de Júlio de Castilhos a 27 anos de prisão por estupro. Um exame de DNA no feto comprovou que o bebê era dele. A defesa do pai recorreu da condenação ao Tribunal de Justiça. Ao analisar o recurso, desembargadores da 7ª Câmara Criminal ficaram chocados com o teor da fala do promotor, agente que integra a rede de proteção à Infância e à Juventude.



Dois desembargadores também destacaram a omissão da juíza que conduzia a audiência, Priscila Gomes Palmeiro, por ela não ter interferido na forma como o promotor tratou a vítima. Por conta disso, dois dos desembargadores pediram que a atuação do promotor e da juíza seja apurada pelo Conselho Nacional do Ministério Público, pela Procuradoria-Geral de Justiça (Ministério Público) e pela Corregedoria-Geral da Justiça (Poder Judiciário).






Além disso, o desembargador José Antônio Daltoé Cezar propôs: "Transitada em julgado esta decisão, seja encaminhada cópia deste acórdão à vítima e a seu representante legal para que se cientifique que a 7ª Câmara Criminal lamenta profundamente a forma como foi ela recepcionada pelo sistema de Justiça, e que tem ela, se quiser, o direito de postular indenização pecuniária junto ao Promotor de Justiça, uma vez que mais do que falta grave, agiu este com dolo ao lhe impor ilegais constrangimentos."







A audiência foi gravada em imagem e áudio. No acórdão da 7ª Câmara Criminal, constam outros trechos da fala do promotor."Tu teve coragem de fazer o pior, matou uma criança, agora fica com essa carinha de anjo", ataca o representante do Ministério Público."Eu vou me esforçar o máximo pra te pôr na cadeia. Além de matar uma criança, tu é mentirosa? Que papelão, heim? Vou me esforçar pra te ferrar, pode ter certeza disso, eu não sou teu amigo", diz outro trecho da manifestação do promotor contra a vítima.



A desembargadora Jucelana Lurdes Pereira dos Santos destacou que relatórios do Conselho Tutelar indicaram que a vítima foi "induzida (pela família) a retratar-se", ou seja, a negar envolvimento do pai nos abusos. "E isso lhe custou uma inaceitável humilhação em audiência, pois o promotor a tratou como se ela fosse uma criminosa, esquecendo-se que só tinha 14 anos de idade, era vítima de estupro e vivia um drama familiar intenso e estava sozinha em uma audiência. Aliás, a menina necessitava de apoio de quem conhece estes tristes fatos da vida e não de um acusador, pois a função do promotor é de proteção da vítima. O pior de tudo isso é que contou com a anuência da magistrada, a qual permitiu que ele fosse arrogante, grosseiro e ofensivo com uma adolescente. Um verdadeiro absurdo que necessita providências", escreveu em seu voto a desembargadora.



O julgamento do recurso da defesa do pai da adolescente no TJ ocorreu em 31 de agosto. Ele teve a pena reduzida de 27 para 17 anos e está preso. A apuração sobre a conduta do promotor será feita pela Corregedoria do MP, que abrirá procedimento para ouvir testemunhas e verificar detalhes do caso. Depois, o procedimento será remetido ao procurador-geral de Justiça, Marcelo Dornelles, para que ele analise se há responsabilidade criminal por parte do promotor e da juíza.



Se houver, a apuração criminal ficará subordinada a Dornelles. O procurador-geral não vai se manifestar sobre o caso antes disso. Já a Corregedoria do MP seguirá apurando eventual falta funcional do promotor.



A assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça informou que o a Corregedoria da Justiça ainda não recebeu o caso, mas que vai instaurar um expediente que poderá resultar em arquivamento ou abertura de Procedimento Administrativo Disciplinar contra a juíza.



Desembargador diz que vítima de abuso sexual foi injuriada e constrangida por promotor



Especialista em Direitos da Infância e da Juventude, o desembargador da 7ª Câmara Criminal José Antônio Daltoé Cezar, ao votar no acórdão, lembrou de preceitos básicos sobre os cuidados necessários no trato com vítimas menores de idade, especialmente as que sofreram abusos.



Primeiro, Daltoé destacou que o promotor Theodoro Alexandre da Silva Silveira não leu atentamente o processo nem tem "conhecimento algum da dinâmica do abuso sexual, bem como confunde os institutos do direito penal."



O desembargador disse que o promotor não percebeu que a "vítima tinha uma família disfuncional, com pai abusador e mãe omissa" e que, nesse cenário, era previsível que ela tentasse uma retratação. Daltoé também questiona o fato de o promotor ter chamado a vítima de criminosa por ter matado uma pessoa (ela fez um aborto autorizado pela Justiça).



— O feto humano, embora protegido por institutos de direito civil e penal, ainda não é pessoa, o que somente ocorrerá quando vier a nascer, com vida — escreveu o desembargador.



Como a irritação do promotor era pelo fato de a vítima ter acusado o pai e, depois, ter tentado voltar atrás, Daltoé também destacou que independentemente de quem fosse o responsável pela gravidez, tratava-se de estupro, pois a vítima tinha 13 anos à época. E o aborto, em casos assim, é previsto por lei: "Fosse o pai da vítima quem nela provocou a gravidez, o que efetivamente se confirmou, fosse outro homem, qualquer fosse ele, teria a vítima direito a postular o aborto legal, pois tendo ela engravidado aos treze anos de idade, foi vítima de estupro, na forma estabelecida no artigo 217-A do Código Penal".



Daltoé, que foi o criador, no Estado, do Projeto Depoimento Sem Dano, para inquirições judiciais de crianças e adolescentes vítimas de violência, também ressaltou no acórdão previsão do Estatuto da Criança e do Adolescente: "É dever de todos velar pela dignidade da criança e do adolescente, pondo-os a salvo de qualquer tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório ou constrangedor".



— Na audiência na qual a vítima foi inquirida, quando se viu ela injuriada, caluniada, ameaçada e constrangida, percebe-se claramente que seu direito de falar sobre a experiência não observou, em nenhum momento, o dispositivo legal — escreveu Daltoé em seu voto.



Contrapontos



O que diz o promotor Theodoro Alexandre da Silva Silveira
Por meio da assessoria de imprensa, o promotor informou que não vai se manifestar sobre o assunto neste momento.



O que diz a juíza Priscila Gomes Palmeiro
A assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça informou que a juíza, que atualmente está lotada em São Borja, não quis se manifestar."

PRAIA DE MANAÍRA EM JOÃO PESSOA

PREZAD@S, DAS MAIS DE 50 PRAIAS DO LITORAL PARAIBANO, POUQUÍSSIMAS SÃO CONSIDERADAS IMPRÓPRIAS COMO AS DO MUNICÍPIO DE PITIMBU, E EM JOÃO PESSOA, TEMOS A PRAIA DE MANAÍRA. INFELIZMENTE, PORQUE É UMA PRAIA QUE TRANSMITE PAZ, APRESENTANDO COMO MAIOR PERIGO NO INÍCIO DO ANO AS TEMIDAS CARAVELAS QUE QUEIMAM OS DESCUIDADOS, MAS AINDA SIM, JÁ ARRISQUEI MERGULHOS NESSA BELA PRAIA. ODOIÁ, IEMANJÁ.

LAURA BERQUÓ




sexta-feira, 2 de setembro de 2016

PEDIDO DE INTERVENÇÃO FEDERAL NA PARAÍBA SERÁ PROTOCOLADO SEGUNDA

Prezad@s, estou comunicando que estou finalizando petição que será endereçada ao Procurador Geral da República, com base no artigo 34 da Constituição Federal e incisos seguintes pedindo que seja analisada a possibilidade de intervenção federal na Paraíba e que o pedido seja encaminhado para o STF. O embasamento é justamente o comprometimento da ordem pública no estado com o número alarmante de explosões a bancos gerando um clima de insegurança para toda a população, pelo envolvimento de grupo político da base do Governo Estadual nas referidas explosões para financiamento de campanhas políticas por meio de Caixa 2. Um absurdo que o Governo do Estado tente se eximir da sua responsabilidade para encobrir deputados e grupos da base de apoio com a conivência da Secretária de Segurança. O irmão do Governador é amigo de frequentar churrascos dos grupos responsáveis por explosões a banco na Paraíba e que foram mandantes da morte do jovem Sebastian Ribeiro Coutinho (queima de arquivo a mando do grupo político do deputado Doda de Tião e dos Lucena de Queimadas que recebem inclusive o Secretário de Segurança em suas granjas segundo populares). Ainda, nunca se viu tantas violações de direitos humanos na Paraíba com a "vitimização" indevida de gestores que dão respostas à população e desrespeitam sistematicamente o princípio da dignidade da pessoa humana na Paraíba. Outro caso muito mal explicado e que repudio é a censura prévia aplicada na Paraíba tanto a jornalistas como contra mim e contra outras pessoas que são testemunhas de crimes cuja motivação real seria queima de arquivo como o caso de Bruno Ernesto. Fere diretamente as garantias, os direitos individuais que temos de nos manifestarmos e sim, denunciarmos o que realmente é crime. Não vou aceitar ser taxada por quem se omite de resolver a criminalidade por questões meramente política e de proteção a grupos que participam tanto da vida social como política de parentes ligados ao Chefe do Executivo local e do ocupante da pasta da Segurança. Como fui acionada como criminosa por ter cometido os crimes de "calúnia" e "injúria", estou também preparando uma queixa-crime contra o Secretário de Segurança por calúnia, porque tenho como provar tudo que alego. O mesmo será feito contra o Senhor Secretário Dorta, da SEAP que me processou criminalmente, porque tudo que afirmo tenho provas. Não vou ficar quieta e nem vou me calar. Se eu morrer vocês já sabem. Não foi acidente, não foi latrocínio, não foi suicídio. Foi queima de arquivo."

Cordialmente,

Laura Berquó

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

TIRO O VÍDEO, MAS NÃO ME CALO! SÓ SE ME MATAREM!

PREZAD@S, INFELIZMENTE, A JUSTIÇA NA PARAÍBA NÃO ENTENDEU QUE CORRO RISCO DE VIDA. LOGO, TIREI O TAL VÍDEO. VEJAM:



http://epahey2015.blogspot.com.br/2016/07/saibam-o-que-realmente-esta-por-tras.html


VÍDEO RETIRADO POR DETERMINAÇÃO JUDICIAL DA 2ª VARA CRIMINAL DE JOÃO PESSOA EM VIRTUDE DO FATO DO SR. SECRETÁRIO DE SEGURANÇA TER SE INCOMODADO COM O VÍDEO EM QUE RELATO A ARMAÇÃO ENTRE A SEDS E A GESIPE PARA QUE NÃO HOUVESSE A AUDIÊNCIA DO CASO SEBASTIAN RIBEIRO COUTINHO EM QUE OS PISTOLEIROS QUE MATARAM A VÍTIMA A MANDO DOS TIÃO E LUCENA DE QUEIMADAS NÃO FOSSEM CONDUZIDOS DE CAMPINA GRANDE PARA JOÃO PESSOA PORQUE A SEAP POR DUAS VEZES "NÃO POSSUÍA VIATURAS" (OS LUCENA SÃO AMIGOS DO IRMÃO DO GOVERNADOR QUE PROMOVEM CHURRASCOS CONFORME DECLARAÇÃO DE UM LUCENA E ONDE VÁRIOS POPULARES JÁ VIRAM O PRÓPRIO REPRESENTANTE DA PASTA DA SEGURANÇA EM SUAS PROPRIEDADES, TANTO DOS LUCENA COMO DOS TIÃO). SEBASTIAN FOI MORTO POR QUEIMA DE ARQUIVO PORQUE SABIA DEMAIS, INCLUSIVE SOBRE ESSAS EXPLOSÕES A BANCO NA PARAÍBA PARA CAIXA 2 DE CAMPANHA POLÍTICA. VIVEMOS UMA DITADURA. NÃO É SÓ A DIREITA MILITARIZADA QUE EMPURROU UMA DITADURA GOELA ABAIXO PARA O POVO BRASILEIRO. TEMOS UMA DITADURA PSEUDO-ESQUERDISTA E QUE AINDA POR CIMA VIOLA SISTEMATICAMENTE OS DIREITOS HUMANOS NA PARAÍBA. RETIREI O VÍDEO DAQUI PORQUE É O QUE DETERMINA A DECISÃO JUDICIAL, MAS TENHO CÓPIAS PARA QUEM INTERESSAR. VOU APRESENTAR EXCEÇÃO DA VERDADE, DEFESA E DEPOIS EU VOU VOLTAR A PUBLICAR QUANDO TRANSITAR EM JULGADO A DECISÃO. VIVA A DITADURA GIRASSOL E OS EXPLODIDORES DE BANCO NA PARAÍBA! VIVA A CRIMINALIDADE! VIVA O IMPEDIMENTO AO EXERCÍCIO DA MINHA PROFISSÃO PORQUE DENUNCIEI COMO ADVOGADA AO PRÓPRIO MINISTÉRIO PÚBLICO O QUE ESTAVA SE PASSANDO COM O NOSSO DINHEIRO, SIM, DINHEIRO PÚBLICO QUE É UTILIZADO PARA NOS OPRIMIR! PAGAMOS PARA SERMOS OPRIMIDOS! PAGAMOS PARA ASSISTIRMOS AUDIÊNCIAS SEREM SABOTADAS PARA PROTEÇÃO DE CRIMINOSOS COM ESPAÇO NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA, EM PREFEITURAS DO INTERIOR, MAS QUE FAZEM PARTE DA BASE DO GOVERNO DO ESTADO! PARABÉNS AO JUDICIÁRIO NA PARAÍBA, POIS O ÚNICO QUE NÃO CUMPRE DECISÃO JUDICIAL É O GOVERNO. QUEM QUISER CÓPIA DOS VÍDEOS EU TENHO.
CORDIALMENTE,
LAURA BERQUÓ