quarta-feira, 3 de junho de 2026
AVISO DE PROCESSO
Eu, há algum tempo, fui vítima de exposição de um e-mail que eu enviei a um amigo/cliente meu. A mensagem desse e-mail foi parar em um blog bem "ceboso" daqui da Paraíba. Na época, não consegui tomar grandes providências, porque precisava me defender em processos da indústria de assédio processual mantida pelo Governo da Paraíba há quase uma década. Na época levei a minha reclamação ao GAECO, OAB/PB, etc que nada fizeram, porque as pessoas apelidam pessoas neurodivergentes de loucas, quando não somos. E, no caso de nós mulheres, ainda há a misoginia. Porque estou falando isso? Por 2 razões: porque recentemente fui vítima de injurias por circunloquios por parte de um colega da Comissão de Direitos Humanos do IAB e embora tenha pensado inicialmente em processá-lo, desisti, porque é o tipo de gente que não acrescenta nada na minha vida e ainda tomaria meu tempo. Mas, nas próximas, se houver, eu vou ter que tomar providências. Já tenho, inclusive, reclamado do tratamento desqualificador. Mas não é sobre esta figura a quem quero me referir, mas a outra situação. Mesmo que eu tenha agido no impulso e indevidamente feito algum tipo de comentário, que de longe é ofensivo, nem difamatório ou coisa do tipo, eu tenho direito à minha privacidade. Embora eu possa ter falado ou me expressado no impulso, eu ainda tenho o direito de não ter prints meus de e-mails, whatsapps, directs repassados a ninguém. Eu também estou querendo deixar registrado que o mesmo vale para questões minhas íntimas em que eu possa ter me expressado como mulher. Se eu souber de prints ou conversas envolvendo questões minhas pessoais, eu vou tomar providências, porque quando a gente é bom demais, a gente não presta. E, eu, realmente, já ando extremamente chateada com o tratamento que venho recebendo de pessoas que não me conhecem. Eu tenho uma vida limpa. Mesmo que tenham tentando aporcalhar meu nome, eu tenho a minha índole impoluta e sou uma mulher digna. Eu tenho a minha dignidade que consiste no simples fato de que não me levanto, nem saio da minha casa para fazer mal a ninguém. Eu não vou aceitar que me deem menos do que mereço.
Laura Berquó
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