quinta-feira, 4 de junho de 2026

E QUANDO O LAWFARE VEM DA ESQUERDA?

Vendo a divulgação de um evento do IAB sobre Lawfare, não tem como não despertar gatilhos. Eu só tenho um problema com o lawfare. Quando eu sofri "Lawfare" por gestor de esquerda e a mando dele, assim como jornalistas aqui na Paraíba, não tivemos apoio nem da Academia, nem da esquerda, nem de defensores dos Direitos Humanos E no meu caso, sendo mulher, ainda fui execrada por feministas Por que perseguidos por políticos da esquerda são invisibilizados, mesmo quando usam a estrutura do Estado contra a gente? E eu falo do lugar de fala de quem foi vítima mesmo disso. Eu só quero entender essa seletividade, embora eu saiba que o motivo é que a "esquerda" é uma religião civil E quanto a mim, estou longe de ser uma direitista, pertencer à extrema-direita, ser Bolsonarista, ou coisa do gênero Por que as vítimas de Lawfare de políticos de esquerda são invisíveis ? Eu não tenho dignidade? Quem tem o direito de tentar acabar com a minha vida, porque aqui na Paraíba gritamos, inclusive pra não morrermos. Vocês sabem o que é a Paraíba e sua política? Vocês repararam que a maioria das decisões da CIDH contra o Brasil são de casos da Paraíba? Vocês perceberam que aqui no Nordeste a esquerda não é a mesma esquerda do Rio, São Paulo, Rio Grande do Sul etc? Sabem o porquê? Porque no Nordeste, a elite política do chamado Nordeste Oriental, descende dos mesmos troncos familiares e os políticos de esquerda daqui nada mais são que o lado pobre ou "bastardo", ou desfavorecido dessas famílias, mas a mentalidade de Coronel é a mesma. Eu respondi a 29 processos. Todos correlacionados a denúncias que fiz, porque tomei conhecimento como Conselheira de DH em um governo de Esquerda. Usaram a estrutura do Estado contra mim, inclusive, por questões pessoais do gestor. Eu só quero entender o nome técnico que se dá às vítimas de Lawfare de gestores da esquerda E diferente de políticos de esquerda ou de direita que promovem o inferno na vida dos outros, porque não arrumaram um jeito de matar a mim e a outros, eu não tenho apoio da midia consoladora para me levantar. Eu tenho que me reinventar todo dia e ainda chegar em espaços como o IAB e encontrar gente que deturpa minha história de vida para sair falando de mim em grupos de mulheres no whatsapp. Laura Berquó

STALKERS ILUSTRES: A JORNALISTA

Ainda sobre os Stalkers Secretos (foto ilustrativa). Recentemente, procurei divulgar a notícia de que levamos o Caso de Adriana de Paiva Rodrigues e torturas das presas (2013) à CIDH-OEA. A resposta do assessor da jornalista, de um grande veículo de comunicação, foi a de que já me conhecia de nome, porque uma Senhora, que já está sendo processada por difamar colegas no Rio, falou extremamente mal de mim, quando esta jornalista foi procurá-la para ouvir sua versão referente a uma questão envolvendo outra pessoa, questão realmente em que eu não era o foco, porém, fez questão de me incluir. Esta Senhora tem uma obsessão. Eu pedi ao assessor da Jornalista que me disponibilizasse o conteúdo difamatório para eu poder tomar providências, e ele me mostrou que a ilustre Senhora havia deletado tudo. Eu pergunto à Jornalista: se meu nome é tão desabonado, se um caso grave envolvendo violação de Direitos Humanos se tornou menor que fofoca de mulher despeitada, o que tem no meu perfil que te interesse? Laura Berquó

quarta-feira, 3 de junho de 2026

AVISO DE PROCESSO

Eu, há algum tempo, fui vítima de exposição de um e-mail que eu enviei a um amigo/cliente meu. A mensagem desse e-mail foi parar em um blog bem "ceboso" daqui da Paraíba. Na época, não consegui tomar grandes providências, porque precisava me defender em processos da indústria de assédio processual mantida pelo Governo da Paraíba há quase uma década. Na época levei a minha reclamação ao GAECO, OAB/PB, etc que nada fizeram, porque as pessoas apelidam pessoas neurodivergentes de loucas, quando não somos. E, no caso de nós mulheres, ainda há a misoginia. Porque estou falando isso? Por 2 razões: porque recentemente fui vítima de injurias por circunloquios por parte de um colega da Comissão de Direitos Humanos do IAB e embora tenha pensado inicialmente em processá-lo, desisti, porque é o tipo de gente que não acrescenta nada na minha vida e ainda tomaria meu tempo. Mas, nas próximas, se houver, eu vou ter que tomar providências. Já tenho, inclusive, reclamado do tratamento desqualificador. Mas não é sobre esta figura a quem quero me referir, mas a outra situação. Mesmo que eu tenha agido no impulso e indevidamente feito algum tipo de comentário, que de longe é ofensivo, nem difamatório ou coisa do tipo, eu tenho direito à minha privacidade. Embora eu possa ter falado ou me expressado no impulso, eu ainda tenho o direito de não ter prints meus de e-mails, whatsapps, directs repassados a ninguém. Eu também estou querendo deixar registrado que o mesmo vale para questões minhas íntimas em que eu possa ter me expressado como mulher. Se eu souber de prints ou conversas envolvendo questões minhas pessoais, eu vou tomar providências, porque quando a gente é bom demais, a gente não presta. E, eu, realmente, já ando extremamente chateada com o tratamento que venho recebendo de pessoas que não me conhecem. Eu tenho uma vida limpa. Mesmo que tenham tentando aporcalhar meu nome, eu tenho a minha índole impoluta e sou uma mulher digna. Eu tenho a minha dignidade que consiste no simples fato de que não me levanto, nem saio da minha casa para fazer mal a ninguém. Eu não vou aceitar que me deem menos do que mereço. Laura Berquó

OS STALKERS NO MEU INSTAGRAM

Eu baixei um programa para ver quem anda visitando o meu perfil reserva no Instagram. Por que? Porque recebo sugestões de amizades de pessoas que tentaram me fazer mal. Também estou vendo visitas de pessoas que simplesmente nunca me responderam à nada, então pergunto o que estão procurando por lá? Não sou obrigada a ser simpática com quem finge me ignorar e vem fuxicar minha página, para saber da minha vida. Por questões de privacidade, não irei divulgar nomes, óbvio. Mas, eu não tenho disposição para fingir simpatia. Laura Berquó

OS UNICÓRNIOS AZUIS DO BRASIL

No endereço entre parênteses qualquer pessoa acessa o Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas: (https://cnpd.mj.gov.br/painel-publico) São os unicórnios azuis do Brasil. Coloquei esse apelido em tom de tristeza mesmo, já que remete à canção de Silvio Rodriguez.

POR QUE DIA 2 DE JUNHO SE COMEMORA O DIA DA REPÚBLICA ITALIANA?

Em 1946, no dia 02.06, as italianas foram pela primeira vez às urnas. Ainda que fragilizada, a Itália era uma Monarquia, até então. Após o fim da Segunda Grande Guerra Mundial, a população italiana decidiu, em plebiscito, pela República no dia 02.06.1946. Finalmente, em 1947, as mulheres italianas passaram a ser reconhecidas como transmissoras da nacionalidade pelo critério do direito de sangue, tendo o mesmo direito em relação aos homens italianos com relação à sua descendência. O artigo 3° da Constituição da República Italiana de 1947 igualou em direitos homens e mulheres italianos. Vejam como o critério para a concessão de nacionalidade muda de acordo com a época em questão. Para mim, nacionalidade, pelo critério do direito de sangue, é uma ficção, assim como o próprio Estado - Nação. Uma ficção que só serve enquanto é capaz de dar algum tipo de proteção aos seus nacionais. Uma ficção formada por diversas etnias. Como ser italiano descendendo de homem italiano no exterior e não de mulher italiana, como era até em 1947? O brasileiro, numa crise de identidade, por querer ser europeu ou ter os supostos benefícios da branquitude, reivindica para si sua ancestralidade italiana, sendo ao lado da busca por nacionalidade portuguesa, inclusive pela via sefardita, a mais procurada. Laura Berquó

DETESTO PISCINAS RASAS

Não sou uma exímia nadadora, mas sei nadar o suficiente para não me afogar. Odeio piscinas rasas. Não dá para mergulhar em pscinas rasas. Você bate com a cabeça no fundo. Gosto das piscinas profundas, onde posso me sentir una com a água. Sem ter onde tocar os pés. Uma imensa sensação de pertencimento. Laura Berquó