EPA HEY!!!
terça-feira, 19 de maio de 2026
DIVULGAÇÃO DA LOGO E NOVIDADES
PREZAD@S,
Divulgando a minha logo. Em breve, também teremos nosso site para postagens exclusivamente jurídicas, ficando este blog paea postagens em geral.
Laura Berquó
segunda-feira, 18 de maio de 2026
SOBRE OS LIVROS PUBLICADOS
Laura Taddei
Alves Pereira Pinto Berquó, assinando somente Laura Berquó, nasceu aos
24 dias do mês de janeiro do ano de 1979, na cidade do Rio de Janeiro.
Em 31 de janeiro de 1993 passou a residir em João Pessoa, capital
paraibana, aos 14 anos de idade.
É graduada em Direito pelo Centro
Universitário de João Pessoa – UNIPÊ, Mestre em Ciências Juridicas pela
UFPB (2006) e Especialista em Prática Penal Avançada pelo Instituto
Damásio de Direito (2021).
A autora foi estagiária do Ministério
Público Especial junto ao Tribunal de Contas do Estado da Paraíba no ano
de 2001, onde aprendeu a elaborar pareceres e de onde trouxe esse
aprendizado para sua vida profissional.
É advogada desde 2002 e
Professora Adjunta do Departamento de Ciências Sociais Aplicadas da
Universidade Federal da Paraíba, tendo ingressado nos quadros da
instituição em 2009. Ex-Conselheira Estadual de Direitos Humanos
(Paraíba/2012-2015). Ingressou como membro do Instituto dos Advogados
Brasileiros em 21 de setembro de 2022.
No dia 01.03.2026 foi publicado o livro PARECERES JURÍDICOS. Do que trata o livro? São 05 pareceres Jurídicos elaborados como membro do Instituto dos Advogados Brasileiros. O primeiro trata de transgeneridade e sistema prisional; o segundo sobre PL que visa instituir a possibilidade de doação de órgãos duplos para fins de remição da pena; o terceiro trata de PL que visa criminalizar a intersexofobia; o quarto parecer sobre PL que cria o instituto da senexão; e o quinto trata da "uberização". Todos abordam conteúdo de Direitos Humanos.
No dia 30.03.2026 publicou o livro QUESTÕES DE GÊNERO. O livro é uma coletânea de 52 textos publicados em diversos veículos desde o ano de 2009. O prefácio do Professor Titular da UFPB Prof. Dr. Charliton Machado.
Laura Berquó
A RUA DA BAIXA
A RUA DA BAIXA
Muita gente passa e não desconfia que onde hoje temos o encontro da Rua General Osório com o viaduto Damásio Franca (na altura do Grupo Escolar Tomás Mindelo) corria um riacho por ali. Não à toa que a Guedes Pereira era chamada no tempo da Colônia de Rua das Cacimbas. Mas a verdade, é que se observarmos bem, toda inclinação que forma um vale, ainda que pequeno, já teve com certeza um rio ou riachos passando. Para confirmar a existência dessa fonte de água, cito informações colhidas na obra "Progresso e Destruição na Cidade da Parahyba: cidade dos Jardins" , do Professor José Flávio Silva (UFPB), que na gestão do Presidente da Província Beaupaire-Rohan o terreno da Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos ou de Cor foi nivelado. A Igreja ficava ali onde hoje é o Ponto de Cem Réis e além da referida Igreja, várias casas foram desapropriadas e demolidas no ano de 1924 para a construção da Praça Vidal de Negreiros. Era o espírito positivista da época que acreditava que para o progresso era preciso demolir para construir e sobrou para muitas Igrejas da capital paraibana. O terreno ao lado da Igreja foi nivelado, porque passava um córrego ao lado, que já havia sido desviado, justamente no ponto que hoje temos o viaduto Damásio Franca.A foto acima é de Walfredo Rodriguez.
Laura Berquó
JOGO "GUERRA EM FAMÍLIA"
Gibi Infantil O Tico-Tico, que teve circulação até a década de 1930. Em um dos exemplares da década de 1910, podemos encontrar este "interessante" jogo "Guerra em Família", referindo-se à Primeira Grande Guerra Mundial. Trarei outras curiosidades em revistas de antigamente.
Laura Berquó
O QUE NÃO FALAM PARA AS MULHERES SOBRE A ADVOCACIA: PARTE 2
No outro dia postei sobre O QUE NÃO FALAM PARA AS MULHERES SOBRE A ADVOCACIA. Parece futilidade falar de bem-estar e coisas óbvias sobre saúde mental, aparência, energia etc. Eu não venho de família de advogados. Comecei cedo e sozinha numa época em que advocacia se resumia ainda a litígio, briga, muitas vezes indo para um campo de batalha nas audiências. Era a cultura da época e hoje estamos caminhando para a conscientização de que o Judiciário não pode servir para brigas eternas, porque havendo como ceder, as partes não querem, fazendo com que o aparelho da Justiça sirva como espaço de vingança. Ou ainda, sendo caso em que não há como conciliar de fato, seja inevitável a contenda, os clientes realmente acreditam que você é parte do problema deles, que deve barganhar, cobrar o mínimo da tabela, fazer na amizade, etc. Ou não entendem quando o advogado reavaliou o próprio desgaste que terá acompanhando aquele processo e resolve rever e atualizar honorários. As pessoas precisam entender que só deve arrumar problemas quem tiver condições de pagar bem um advogado. Ninguém se recusa a pagar consulta médica ou tratamento médico, mesmo sabendo que o óbito é inevitável. Mas com advogado há uma má vontade terrível. Querem até que você, como advogado, vire uma espécie de capanga de luxo. Quando a profissional é mulher, sem dúvidas o prejuízo ainda é maior. Se você é mulher e advoga por conta própria, tem que haver um cuidado com o empobrecimento, porque além de acharem que você é uma pessoa boa que fará tudo por "compaixão", cobrando valores acessíveis, mas desproporcional ao problema trazido, ainda irão achar que você se tiver uma outra renda fixa, não deveria cobrar tanto, o que já não acontece com os homens. Não tenho mais vontade alguma de advogar no litigioso e ganhando o valor que o cliente acha que é o correto pagar. Pagam sem reclamar para advogados homens, mas pra você, além de quererem caridade de mulher, exigem que você lute como um homem. Isso tudo falo na concepção popular mesmo. E no final você passa a ser vista como um homem, só que mais barato e acessível como profissional. Depois da pandemia, eu tive uma sensação de paz profunda. Longe de ambientes de brigas, de conflitos que não eram meus, mal pago e parcelado, e em outras vezes a ingratidão por brigas muito sérias que não eram minhas. O mesmo na militância com Direitos Humanos. Mas essa consciência só veio com a parada forçada da pandemia. Para verem o desgaste em que eu andava, basta compararem fotos do antes e do após a pandemia. Um desconforto com minha saúde mental, com minha energia e com minha aparência. Era comum cruzar com pessoas que me conheceram antes da dedicação à advocacia e que me reencontravam disfarçando a felicidade de me verem praticamente deformando e inchada, com alterações no peso, no equilíbrio mental e sempre em conflitos. Desarmonizada . As pessoas comemoravam a minha perda de paz, aparência e saúde mental. Ainda que não fossem nenhum exemplar considerável. Na pandemia percebi que deveria mudar a rota e redescobrir o meu feminino que fica maltratado nessas atividades. Vão dizer que estou naquela classificação imbecil de energia feminina e masculina, falando de coisas fúteis. Não acho normal uma mulher ficar com a progesterona desregulada pelo stress. Mulher inchar e deformar o rosto e a barriga por conta do excesso de cortisol. Da mulher ter que abrir mão da feminilidade e da leveza para provar que pode ser igual aos homens, como fiz e como a maioria faz na advocacia. Eu não preciso provar nada a ninguém. Também escrevo, porque como as pessoas ainda têm em mente aquela Laura que denunciava políticos homicidas, quadrilha de explodidores de banco, que realmente pegava briga pesada como denunciar tráfico de pessoas, etc, que ainda me cheguem com problemas de litígio, de brigas com previsão de durar uns 5 anos, e ainda pagando pouco ou achando que tenho que fazer na amizade. Não me tragam problemas, porque eu sei que quando é para pagar bem arrumam outro advogado. Acabou aquela história que briga pesada, a Laura resolve. E deixando as leves para os outros. Nem pagando direito, eu quero, porque descobri que paz não tem preço. A única briga que ainda estou levando adiante é a que testemunhei de tortura de presas. Não vou ficar calada vendo pessoas sendo machucadas. E só. A única pendência. Vou me dedicar aos meus estudos, à advocacia consultiva, pareceres e livros. Não quero mais perder tempo, saúde mental, beleza e dinheiro com problema dos outros, muitas vezes evitáveis, e ainda quererem negociar honorários. Abaixo, vocês comparem as fotos do auge de stress da advocacia com a realidade que vivo desde que fui me afastando de problemas dos outros. Houve uma época em que as pessoas me procuravam só para relatar problemas. Não perguntavam se eu estava bem. Não quero mais esse tempo. Quero o que eu vivo agora. A responsabilidade por impor limites é única e exclusivamente nossa.
Durante a advocacia de litígios:
Após deixar a advocacia de litígios:
LEITURA SEMANAL: CARTOMANCIA (BARALHO LENORMAND)
LEITURA SEMANAL: CARTOMANCIA (BARALHO LENORMAND)
A Pombagira Cigana manda dizer:
Cartas da Foice+Cobra+Mulher
Carta de Corte: Os Caminhos
POSSIBILIDADE 1: Abertura de caminhos após o corte de problemas trazidos por uma mulher. Situações de inveja, fofoca, intriga trazidas por uma mulher irão se dissipar.
POSSIBILIDADE 2: Mulher com libido reduzida, frigidez, dúvidas em escolhas (caminhos).
POSSIBILIDADE 3: Impulso (corte), decisões incertas (caminhos) causado por intriga de uma mulher, fofocas de terceiros envolvendo uma mulher.
POSSIBILIDADE 4: Retorno, idas e vindas (foice), de uma mulher com forte química sexual, ou intriguenta, ou fofoqueira, para seus caminhos.
Consultas no Whatsapp 83 99197-0913
domingo, 17 de maio de 2026
E O ED MOTTA?
O que Ed Motta destilou de insulto xenofóbo é uma realidade carioca. Quando me preparava para morar na Paraíba, aos 13 anos ouvi uma professora no Rio me dizer: "mas logo a Paraíba? Um lugar atrasado!", e sinceramente não entendia, porque meu pai falava maravilhas do Nordeste, ja que sempre viajava para cá. O Rio não admite, os cariocas não admitem que são xenófobos. Infelizmente essa é a realidade que tentam disfarçar, porque não pega bem assumir ser preconceituoso. Era comum quando eu retornava ao Rio antes, pessoas me mostrarwem lojas de O Boticário, CeA, etc, como se aqui não tivesse essas coisas. Mas essa xenofobia tem raiz em outro preconceito que o carioca também não admite que é a aporofobia. Mais do que aqui, há um preconceito maior com pobres. Um desprezo ate pelo bairro onde você mora. No Rio se vive mais de aparência que aqui. Como muitos nordestinos que migraram foram fugidos da seca, o carioca associou Nordeste à pobreza. Está na hora de se abrirem para o mundo da informação. Em todo lugar há coisas boas e ruins. E se soubessem que aqui os "paraíbas" amam seu próprio sotaque, sua cultura, sua culinária, sua família, seu artesanato sem desprestigiar outras origens, poderiam aprender muito com o povo da Paraíba.
Ed Motta, embora seja um homem negro e obeso que também pode ser vítima de racismo e lipofobia, exala xenofobia, porque se vê numa estrutura acima como nos ensina o feminismo insterseccional.
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