FERNANDO PESSOA ERA ESOTÉRICO, DE DIREITA (MUITOS NÃO SABEM E JÁ FOI MODA CITÁ-LO, COMO JÁ FOI MODA CITAR CHICO XAVIER E HOJE É MODA CITAR O PASTOR CAIO FÁBIO) E UM AUTODIDATA. NUNCA CONCLUIU A FACULDADE. CONHECIA BEM O IDIOMA INGLÊS E UM DE SEUS MAIORES TRANSTORNOS FOI TER CONHECIDO ALEISTER CROWLEY. MAS FERNANDO PESSOA CONTINUA FESTEJADO POR MAÇONS QUE SE DEDICAM REALMENTE AO ESTUDO DE SÍMBOLOS, FESTEJADO POR PESSOAS SENSÍVEIS, FESTEJADO PELA ACADEMIA E FESTEJADO POR PESSOAS COMO EU: "EU SOU AQUILO QUE PERDI". SAUDADE DO TEMPO DA PUREZA...segunda-feira, 31 de agosto de 2015
"EU SOU AQUILO QUE PERDI" - FERNANDO PESSOA
FERNANDO PESSOA ERA ESOTÉRICO, DE DIREITA (MUITOS NÃO SABEM E JÁ FOI MODA CITÁ-LO, COMO JÁ FOI MODA CITAR CHICO XAVIER E HOJE É MODA CITAR O PASTOR CAIO FÁBIO) E UM AUTODIDATA. NUNCA CONCLUIU A FACULDADE. CONHECIA BEM O IDIOMA INGLÊS E UM DE SEUS MAIORES TRANSTORNOS FOI TER CONHECIDO ALEISTER CROWLEY. MAS FERNANDO PESSOA CONTINUA FESTEJADO POR MAÇONS QUE SE DEDICAM REALMENTE AO ESTUDO DE SÍMBOLOS, FESTEJADO POR PESSOAS SENSÍVEIS, FESTEJADO PELA ACADEMIA E FESTEJADO POR PESSOAS COMO EU: "EU SOU AQUILO QUE PERDI". SAUDADE DO TEMPO DA PUREZA...sexta-feira, 28 de agosto de 2015
NOTA DE PESAR - FALECIMENTO DE MÃE MÉRCIA - COMISSÃO OAB/PB
Seccional
da Paraíba
Comissão
de Promoção da Igualdade Racial e Diversidade Religiosa
NOTA DE
PESAR
A COMISSÃO DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL E DIVERSIDADE RELIGIOSA DA
ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL – SECCIONAL DA PARAÍBA, com sede a Rua Rodrigues
de Aquino, n.º 37 – Centro – João Pessoa – Paraíba, neste ato representado por
sua presidente in fine assinada, vem publicamente lamentar o falecimento da
Yalorixá Mércia D’Oxum Opará (Sra. Mércia Abrantes), sacerdotisa de
matriz-africana e responsável pelo Ilê Asé Dáara Ti Ojú Osún, ocorrido no dia 27
de agosto de 2015. Mãe Mércia, como era carinhosamente chamada, participou ativamente
da Comissão de Promoção da Igualdade Racial e da Diversidade Religiosa da
OAB/PB. Nos solidarizamos com os filhos-de-santo do Ilê Asé Dáara Ti Ojú Osún e
com a família-de-santo da falecida do Ilê Axé Omilodé. Mãe Mércia deixou duas
filhas menores, esposo, um irmão e sua mãe. Há algum tempo Mãe Mércia lutava
contra um câncer.
João Pessoa, 28 de agosto de 2015.
Laura Taddei Alves Pereira Pinto Berquó
Presidente da Comissão de Promoção de Igualdade Racial e Diversidade
Religiosa
OAB/PB n.º 11. 151
LUTO PELA MORTE DA YALORIXÁ MÉRCIA D' OXUM
LAMENTAMOS O FALECIMENTO DA YALORIXÁ MÉRCIA DE OXUM OPARÁ RESPONSÁVEL PELO ILÊ ASÉ DÁARA TI OJÚ OSÚN, FALECIDA EM 27.08.2015. QUE SUA FAMÍLIA CARNAL E ESPIRITUAL POSSA SER CONFORTADA NESTE MOMENTO DE DOR E SAUDADE. COLOCO-ME À DISPOSIÇÃO DOS FAMILIARES E EM ESPECIAL DAS FILHAS DE MÃE MÉRCIA, PARA QUALQUER COISA. MÃE MÉRCIA MUITO CONTRIBUIU PARA A LUTA DA DIVERSIDADE RELIGIOSA NO ESTADO DA PARAÍBA, APOIANDO A COMISSÃO DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL E DIVERSIDADE RELIGIOSA DA OAB/PB, ADERINDO EM PETIÇÕES E PARTICIPANDO DOS DEBATES. FICA O EXEMPLO.
LAURA BERQUÓ
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| Mãe Mércia a frente ao lado do Ten. Cel Walter Lins |
PEDIDO DE INFORMAÇÕES AO SECRETÁRIO DE SEGURANÇA CLAUDIO LIMA SOBRE INSTAURAÇÃO DE INQUÉRITO POLICIAL CONTRA QUADRILHA DE QUEIMADAS

PREZAD@S, EM TELA O COMPROVANTE DE PROTOCOLO DE PEDIDO DE INFORMAÇÕES AO SR. SECRETÁRIO DE SEGURANÇA PÚBLICA DO ESTADO DA PARAÍBA, SR. CLAUDIO LIMA, SE HOUVE OU NÃO INSTAURAÇÃO DE INQUÉRITO POLICIAL PARA INVESTIGAR OS CRIMES PRATICADOS POR QUADRILHA EM QUEIMADAS, REPRESENTADA PELA FAMÍLIA DO DEPUTADO ESTADUAL DODA DE TIÃO E QUE CULMINOU NA MORTE DO JOVEM SEBASTIAN RIBEIRO COUTINHO, POR QUEIMA DE ARQUIVO, EM 29.06.2013. A POLÍCIA FEDERAL NÃO PODERÁ ENQUANTO NÃO FOR ATENDIDO O PEDIDO DE FEDERALIZAÇÃO INVESTIGAR CONDUTAS CRIMINOSAS QUE NÃO ATINJAM DIRETAMENTE BENS DA UNIÃO. ENTÃO DESDE ABRIL DE 2015 FOI ENCAMINHADA A SUPERINTENDÊNCIA DA POLÍCIA CIVIL EM CAMPINA GRANDE PELA POLICIA FEDERAL PEDIDO PARA QUE FOSSEM INVESTIGADOS OS CRIMES COMETIDOS PELA QUADRILHA QUE MANDA E DESMANDA EM QUEIMADAS E DÁ SUSTENTAÇÃO NA ALPB AO ATUAL GOVERNO. OCORRE QUE O ENTÃO SUPERINTENDENTE, DELEGADO MARCOS PAULO VILELA, FOI UM DOS PERSEGUIDORES DE SEBASTIAN RIBEIRO COUTINHO, A PEDIDO DO PRÓPRIO SECRETÁRIO DE SEGURANÇA QUE ATENDEU, SEGUNDO O MESMO CONTOU A DONA MARIA EDILENE, MÃE DE SEBASTIAN, A ORDENS SUPERIORES. POR ISSO, QUEREMOS SABER O QUE ESTÁ SENDO FEITO. E O QUE NÃO ESTÁ, ÓBVIO. CONFORME PROMETI, MESMO TENDO DEIXADO O CEDHPB, NÃO DESERTEI DA MILITÂNCIA.
LAURA BERQUÓ
ADVOGADA E MILITANTE DE DIREITOS HUMANOS
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
MINHA SAÍDA DO CEDHPB
Venho publicamente informar que me desliguei dos quadros do Conselho Estadual de Direitos Humanos por questões de foro íntimo. Protocolei junto ao CEDHPB e à subseção paraibana da Ordem dos Advogados do Brasil, nesta segunda-feira, dia 24.08.2015, o meu pedido. Desde o dia 17.06.2012 tive a honra de ocupar o assento destinado aos advogados/as. Eu deveria continuar até junho do ano de 2016. Porém, entendo que às vezes nos tornamos também um pouco limitados ao pertencer a certos quadros para agir de forma mais independente na defesa daquilo que realmente acreditamos e quando essa independência começa a assustar e criar temores de ações regressivas contra entidades, ainda que eu estivesse agindo nos limites estritamente legais, é hora de repensarmos a nossa participação em determinado espaço. Também por questão de ordem pessoal que me reservo ao direito de não declinar aqui, achei mais produtivo me afastar do CEDHPB. Só sinto por uma razão: não consegui convencer aos meus pares da importância de um audiência pública com os profissionais da segurança na defesa de seus direitos na condição de trabalhadores e seres humanos. Agrada-me na mesma proporção denunciar policiais desonestos como lutar pela dignidade da profissão e creio que existe um hiato na defesa dos direitos humanos dos nossos policiais militares, civis, bombeiros, agentes penitenciários e guardas municipais. Agradeço a oportunidade de conhecer realidades diferentes da minha, como a de familiares de apenados e apenadas e de me irmanar com mulheres como eu, mas que se encontram separadas do meu mundo pelas grades de um penitenciária, expiando seus erros, mas nem por isso se tornando menos humanas, mães, mulheres, etc. Mas também quero dizer que eu saí do CEDHPB, mas não saí da luta. Continuo na militância e vou continuar postando e denunciando as torturas que vi no Bom Pastor e até hoje o Estado da Paraíba e a própria OAB/PB silenciaram sobre isso. Acho coerente ocupar um espaço em que realmente eu possa ser livre e independente para dizer o que penso e usar do meu sagrado direito de petição previsto no art. 5º, XXXIV, a do Estatuto Básico de 1988. Não me refiro ao CEDHPB, mas na luta da promoção dos Direitos Humanos, verifiquei muita incoerência de ditos militantes, e não saberia viver com cabresto, escolhendo as minhas palavras. Já após o meu pedido de renúncia junto ao CEDHPB, compareci a tarde ao Comando Geral da Polícia Militar para ser ouvida na sindicância que apura envolvimento de milicianos na morte de Rebeca. O que foi que eu disse? Na verdade só repassei as informações que me foram passadas pelo pai de um dos suspeitos de que um dos irmãos do Ten. Cel. Arnaldo estaria envolvido. Se é verdade ou não, cabe a Polícia Civil investigar, apesar da confissão do próprio Secretário de Segurança em reunião com o CEDHPB que a Polícia Civil foi incompetente no caso. Na verdade, eu acredito que agora poderei falar mais livremente o que penso, sem que meus ex-pares temam retaliação ao CEDHPB. Só não entendo o porquê de ocuparmos um espaço e não podermos fazer justamente o que a lei que criou o CEDHPB nos autoriza que é noticiar, requerer diligências, etc, etc, ainda que individualmente? Bem, quero dizer que eu continuo aqui, aberta para receber na condição de cidadã e repassar às autoridades competentes, violações graves cometidas contra a dignidade das pessoas. Também quero dizer que não recebi ameaças de morte e não me promovo invocando possíveis ameaças. Também quero dizer que quando as mesmas ocorrerem, provavelmente nem terei tempo de comunicá-las, mas havendo oportunidade, assim o farei. Continuarei na condição de advogada e militante correndo por fora e brigando pela Federalização dos crimes de Sebastian, Rebeca, Bruno e Adriana. Continuo minha militância junto às comunidades tradicionais de terreiro e na luta pelo respeito e diálogo entre as religiões. Não fiz da militância meio de vida. Tive na verdade prejuízos financeiros. Creio que diálogo somente não adianta. O CEDHPB nunca recebeu a assistência merecida do Estado. Também acho que alguns modelos deveriam ser repensados, mas agora não me cabe mais críticas. Agradeço o carinho, compreensão e apoio em especial de Padre João Bosco e de Guiany. Que a luta dos senhores continue abençoada e todas e todos que lutam verdadeiramente pelos Direitos Humanos na Paraíba e não confundem militância com "diletância" dos meios acadêmicos ou com o barulho vazio de alguns ditos militantes. Continuo como testemunha e a denunciar as violações e torturas praticadas no Bom Pastor pela Diretora Cinthya Almeida e a afirmar que a morte de Sebastian Ribeiro Coutinho tem ligação com o esquema criminoso comandado pela família do Deputado Estadual Doda de Tião em Queimadas. Agradeço a Deus a minha natureza, essa natureza mal compreendida e que causa horror na maior parte das pessoas e a possibilidade em poder reafirmar e ratificar tudo que disse sem medo e sem "nenhuma responsabilidade" (para alguns).
Cordialmente,
Laura Berquó
Advogada e Militante em Direitos Humanos
domingo, 23 de agosto de 2015
DEPOIMENTO NA CORREGEDORIA DA POLÍCIA MILITAR
PREZAD@S, AMANHÃ, DIA 24.08.2015, A TARDE ESTAREI DANDO DEPOIMENTO NA CORREGEDORIA DA POLÍCIA MILITAR SOBRE O CASO REBECA. ESPERAMOS PODER ESTAR CONTRIBUINDO!
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